"Insensatos chamava Sócrates aos que em tudo não vêem providência divina e tudo sujeitam à inteligência humana. Por igualmente insensatos são os que consultam os oráculos sobre as coisas que os deuses nos deram a faculdade de saber por nós próprios." (...)
"Aprendamos o que nos conferiram os deuses a faculdade de aprender, dizia, e deles procuremos saber o que nos é velado" e "admirava-se dos que não vissem serem tais segredos inatingíveis ao homem".
Extraído do texto de Xenofonte, "Ditos e feitos memoráveis de Sócrates" ao analisar os argumentos utilizados na condenação de Sócrates à morte pelo Estado ateniense.